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Príncipes da Medicina
Preço: EUR 21,00
Editora: Saída de Emergência
Ano do Livro: 2016
Nº Páginas: 400

Temas: [·]
Sinopse:

Em «Príncipes da Medicina», o pediatra Mário Cordeiro apresenta várias curiosidades de médicos extraordinários que sobressaíram noutras áreas, como a pintura, literatura, política, filosofia, escultura e história.
Imhotep foi arquitecto das pirâmides do Egipto, e descobriu que se dormia melhor com a cabeça virada para norte, por causa das forças magnéticas terrestres
Pedro Hispano foi o único Papa português, mas foi também o oftalmologista que curou Miguel Ângelo, quando este, enquanto pintava o tecto da Capela Sistina, fez uma lesão ocular grave
Garcia de Orta foi um grande botânico e daí os jardins do Parque das Nações terem o seu nome e foi tão perseguido pela Inquisição que até depois de morto foi desenterrado para queimarem os seus ossos
Júlio Diniz, escritor romântico, sofreu de tuberculose, da qual veio a morrer, mas foi precisamente quando estava retirado, em tratamento para a doença, que começou a escrever.
Miguel Bombarda, não era crente e deixou instruções para um funeral não religioso, o que era raro na altura, mas as suas últimas palavras para o seu assassino foram: “Não lhe façam mal, é um doente. Não sabe o que faz!”
Carolina Beatriz Ângelo foi a primeira mulher a ser cirurgiã, e fez, com as suas mãos, com a ajuda de Adelaide Cabete, também médica, a primeira bandeira verde-rubra quando da implantação da República
Ricardo Jorge, o grande infecciologista e sanitarista que, por causa da gripe, dizia que era muito melhor cumprimentarmo-nos com uma vénia do que apertando as mãos
Arthur Conan Doyle, o escritor que “inventou” Sherlock Holmes era jogador de futebol, entre muitas outras ocupações, e depois de “matar” a sua personagem, teve de a ressuscitar a mando do público
Pulido Valente foi um grande político e um excelente professor, de um enorme rigor, contando-se algumas histórias engraçadas com os seus assistentes. Tem o nome num dos maiores hospitais de Lisboa.
Bissaya Barreto, grande amigo de Salazar, começou por ser revolucionário e maçon, e desenvolveu uma imensa obra social, desde creches, centros de saúde, consultas a pobres até ao Portugal dos Pequenitos, que tantos portugueses já visitaram.
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