GUARDA-MOR
Editores
Livreiros
Login / Iniciar Sessão | Registo de novo utilizador
Home
Títulos Autores Minha Conta Contactos
A Genealogia da Família Tenreiro, da Casa da Capela (Casa dos Pinto Tenreiro) em Sebadelhe da Serra
Preço: EUR 0,00 / Esgotado
Editora: Guarda-Mor
ISBN: 978-989-96088-5-6
Ano do Livro: 2011
Nº Páginas: 74
Encadernação: Brochado

Temas: [·] [·] [·] [·] [·]
Sinopse:

Em Sebadelhe da Serra, concelho de Trancoso, a casa dos Pinto Tenreiro, na rua da Rua da Capela, é exemplo da conservação do património familiar. Com mais de trezentos anos, esta casa beirã está na posse desta família, entretanto espalhada pelo país e Brasil. Óscar Caeiro Pinto, nosso confrade genealogista e descendente dos Pinto Tenreiro, apresenta este trabalho que traça a linha genealógica da Família.

A partir da heráldica familiar da Família Tenreiro, cujo uso se mantem nos ramos desta casa até hoje, o Autor propõe uma ligação genealógica aos Tenreiro medievais com origem provável nos da Galiza. Apoiado nos novos textos de genealogia beirã, que se têm desenvolvido desde o fim do século passado, Óscar Caeiro Pinto dá pistas para o desenvolvimento deste estudo, composto por uma aturada investigação documental e patrimonial que vem enriquecer a genealogia das Beiras.

Pode ler-se no prefácio do Dr. Alberto Correia, que "... nesta evocação da família Pinto Tenreiro que habitou aquela casa abonada de pedra, de gente, de bens, que corre ao longo da Rua da Capela, nas terras beirãs de Sebadelhe da Serra, casa-monumento, se celebra toda uma geração de gentes da lavoura, honrada como nenhuma outra, lembrada como nobre pelos vizinhos apenas porque seus pergaminhos eram os do trabalho, os da honra, os da piedade que era inspiradora da justiça e da caridade que em todo o tempo se desprendia do abono das reservas sempre, ainda agora , através das mãos de uma mulher".

Ressalva-se a curiosidade de, nesta família, a par do património, o sobrenome Tenreiro passou por linhas femininas através de cinco gerações consecutivas identificadas pelo autor, desde o séc. XVI ao séc. XVIII. Esta curiosidade, de que não nos lembramos de mais exemplos, contraria uma tendência portuguesa mas demonstra a importância persistente das raízes mitocondriais que sempre existiu no país desde tempos imemoriais.
© 2000-2020  Guarda-Mor, Edição de Publicações Multimédia Lda.